Casa de Memória é tema de trabalho de conclusão de curso do Unileste

por Comunicação Social publicado 25/05/2017 17h50, última modificação 25/05/2017 17h50
Aluno do curso de Arquitetura e Urbanismo quer resgatar o uso da Casa pela população para diversas atividades.

Resgatar a memória pública de Timóteo, utilizando a Casa da Memória é o objetivo do trabalho de conclusão de curso de Arquitetura e Urbanismo, do aluno Guilherme Martins, com uma exposição que tem o título: “Casa da Memória, uma casa sem memória”. A Casa de Memória é um espaço do Legislativo Municipal cuja arquitetura se mantém original, sendo uma construção tombada pelo Estado. Segundo ele, o objetivo é “trazer o pertencimento de volta para a Casa de Memória através do incentivo do uso das suas dependências. Na Arquitetura e Urbanismo, só há memória se o espaço é usado”, salientou. O projeto prevê a mostragem da história da cidade através da cenografia, ou seja, imagens de edifícios e monumentos públicos que tiveram ligação com o surgimento e desenvolvimento de Timóteo vão ser projetados na parede como o Forno Hoffman, o Cruzeiro, escolas como o antigo Cefet, entre outras. A exposição acontecerá do dia 20 de maio a 2 de junho, na Casa de Memória.

 

De acordo com Guilherme, o título foi escolhido para mostrar que a Casa de Memória anda esquecida quanto a utilização do seu espaço público pela população. “Hoje a casa está toda coberta de lona preta, pois as pessoas passavam por ali e nem percebiam mais a sua existência. Até o início da exposição essa lona vai chamar a atenção para o espaço e promover a curiosidade das pessoas. E está dando certo. As pessoas passam, olham e ficam se perguntando”, contou.

 

A exposição também vai contar com som ambiente por toda a casa como por exemplo o som da batida do coração, representando a vida através desses edifícios e monumentos da cidade. Também haverá fotos de momentos importantes da história de Timóteo, por meio de monóculos, quando o público poderá ter uma experiência individual. No último dia da exposição, uma escola de pintura vai usar a parte externa da Casa da Memória, utilizando assim esse espaço que é público. “As pessoas reclamam que o espaço é público mas não é utilizado. Então queremos resgatar que o “quintal” da Casa seja usado pelo cidadão resgatando as festas, as danças como a capoeira, e diversas outras atividades ali realizadas”, ressaltou o universitário.

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